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Crítica | Sobrenatural: A Última Chave

Crítica | Sobrenatural: A Última Chave

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O quarto filme na franquia Sobrenatural se chama ”a última chave” e chega para apresentar elementos mais assustadores, momentos de tensão daqueles que vão te deixar na ponta da cadeira e, claro, um bom alívio cômico para equilibrar e deixar o espectador ainda mais suscetível aos Jump Scares que ele proporciona.

Seguindo nossa personagem principal, Elise (Lin Shaye), vamos conhecer um pouco mais de seu passado e de como ela se tornou a mulher que conhecemos, que ajuda tantos a se livrarem dos fantasmas que os assombram.

Viajando para um passado distante, conhecemos a família de Elise, seus traumas e sua profunda conexão com o mundo Sobrenatural, além de nos mostrar um pouco da ameaça desse filme, o monstro das chaves.

Misturando passado com presente, a história está cheia de reviravoltas o tempo todo, e segue nos surpreendendo, primeiro com uma linha narrativa bem clichê e que demora a engatar, mas que depois vai se aprofundando mais ainda no passado da própria Elise e começa a ficar muito mais interessante.

A melhor coisa da franquia com certeza é Lin Shaye, que mostra mais uma vez o quão importante é termos uma personagem feminina dentro de um papel que é sempre feito por homens. Enquanto os dois homens da história ficam para escanteio como o alívio cômico e os assistentes de Elise.

Nesse filme também somos contemplados com mais personagens femininas que prometem mandar o legado da força feminina da franquia e abrem espaço para uma possível continuação com foco em outros personagens, o que parece bastante interessante e necessário para dar uma renovada em uma história que completa um ciclo nesse filme.

Ao final, Sobrenatural 4 agrada, mas não traz nada de muito diferente para a franquia, apesar de ser um terror bem clássico, que com certeza vai fazer a alegria dos fãs desse estilo de filme, que gostam de muitos sustos e momentos tensos, em que você não sabe o que pode acontecer.

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Alice Aquino Paulistana, fotógrafa, viciada em séries de tv e filmes, não dorme sem o Steve Rogers e o Tony Stark de pelúcia do lado e no tempo livre faz faculdade de Publicidade