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Crítica | Transformers: O Último Cavaleiro

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Antes de começarmos, que fique bem claro:
Adoro a franquia Transformers (mesmo com todos os problemas), sou “fanzaço” do diretor Michael Bay (adoro esse cara e todos seus filmes) e amo filmes de ação (são os meus prediletos!)

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Transformers – O Ultimo Cavaleiro, quinto filme da franquia, quinto filme (e possivelmente ultimo) dirigido por ninguém menos que o “mago-destrói-tudo” Michael Bay.

O filme entrega uma verdadeira avalanche de sequencias de ação insanas, non-stop, sem respiros, que você possa imaginar…
Somado a isso, o filme ainda é barulhento (exageradamente!), confuso, poluído/carregado de muitas informações ao mesmo tempo, com várias tramas paralelas (desnecessárias) no qual muitas são deixadas de lado ou muitas vezes totalmente esquecidas e personagens (novos e velhos conhecidos) muito mal aproveitados.

Infelizmente Bay acabou se perdendo em sua própria “grandiloquência” e a fórmula hiperativa-bagunçada-exagerada perdeu sua força e rédea (#pena)

Essa necessidade de a cada novo filme “ser maior”, aumentar sua escala de ameaça e ser maior em absolutamente tudo, acabou prejudicando e muito o resultado final desta quinta aventura robótica.

Mas obviamente existem qualidades, mesmo que elas sejam pontuadas.

Visualmente o filme é espetacular, sensacional (sempre foi o ponto forte desta franquia), porém, este em especial foi filmado com câmeras IMAX 3D nativo o que traz uma experiência imersiva única de encher os olhos.

Algumas sequencias de ação (bem pontuadas) também estão simplesmente sensacionais e muito bem orquestradas.
O “fetichismo militar” do diretor também é outro destaque positivo do filme, o seu “poderio militar” exibido é simplesmente incrível e muito bem detalhado (acreditando ainda que ele seja um forte candidato para dirigir um possível novo filme dos G.I Joe’s.)

A participação da atriz mirim Isabela Moner, apesar de mal aproveitada (aparece, depois simplesmente some, e forçadamente retorna novamente dentro da ação), tenta ao menos, trazer novamente aquela inocência e magia e do primeiro filme (ponto positivo!)…

Com um “mais do mesmo” absurdamente exagerado, um roteiro muitas vezes desconexo e um excesso de ação (nunca imaginei dizer isso!), Transformers – O Ultimo Cavaleiro peca, mas deixa um baita gancho para um possível próximo capitulo, no qual esperamos uma nova direção que coloque nos trilhos (evidentemente em uma escala menor), mas que traga novamente o brilho e toda a sua pomposidade que a franquia merece.

Dias melhores para os nossos queridos Robozões.

nota: 6/10

 

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Rodrigo Narimatsu Cinéfilo, Nerd, Geek, amante da Cultura Pop