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Resenha: Mulher-Maravilha Renascimento 3

Resenha: Mulher-Maravilha Renascimento 3

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NOME: MULHER-MARAVILHA: RENASCIMENTO #3
AUTORES: GREG RUCKA, NICOLA SCOTT E LIAM SHARP
EDITORA ORIGINAL / BRASILEIRA: DC COMICS / PANINI COMICS
NÚMERO DE PÁGINAS: 52
FORMATO: REVISTA MENSAL 
TIPO DE CAPA: COMUM
ANO DE EDIÇÃO: 2017

 

Como vocês devem ter visto na crítica que escrevi sobre o filme da Mulher-Maravilha (leia), gostei muito do longa e por essa razão fiquei com um hype bem grande para continuar lendo a revista mensal, mesmo que a segunda edição tenha me decepcionado um pouco no que diz respeito ao desenvolvimento da história. Mas é aquela, uma história de sucesso precisa ter os alicerces de sua estrutura muito bem fixados, para que não caia com o tempo.

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Peguei a edição número três com alguns dias de atraso e para a minha surpresa, ela veio com uma capa variante (que foi a que peguei) por conta do filme.

Na primeira história do mix, Greg Rucka continua narrando o passado da princesa amazona. O avião de Steve Trevor caiu na ilha e blablabla… Dificilmente tem algum fã de quadrinhos que não conhece essa história…

Se você não conhece, ignore o comentário acima. Steve Trevor é um militar que teve o seu avião abatido e caiu com ele na ilha de Themyscira, fazendo assim com que as amazonas tivessem contato com o mundo exterior após centenas de anos.

Prosseguindo, Trevor é o único sobrevivente e enquanto se recupera dos ferimentos, a Rainha Hipólita lidera um concelho para decidir o que fazer com o homem. As opiniões se dividem, mas a rainha acaba por acreditar que a chegada Steve à ilha não foi por acaso, mas sim um alerta dos deuses de que Ares, o deus da guerra estava na Terra.

Diferente das histórias de origem que li da Mulher-Maravilha, aqui sua mãe permite de bom grado que ela participe da competição que irá decidir qual das amazonas acompanhará o militar de volta ao mundo do Patriarcado.

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Senti falta de um aprofundamento maior no combate, mas nesse caso acho que o limite no número de páginas foi a causa dessa ausência. 

É incrível o quão suave é a arte de Nicola Scott. Ela casa perfeitamente com o visual da Ilha Paraíso e suas habitantes, que apesar de serem guerreiras, são mulheres puras, que vivem suas vidas baseadas em suas crenças e cultura.

A segunda história do compilado dá continuidade à busca da Mulher-Maravilha à ilha das amazonas, juntamente com a Mulher-Leopardo, em uma floresta tropical, na região Dyrango em Bwanda, onde Steve Trevor e sua equipe se encontram também.

Enquanto ele e seus homens foram capturados por Candu, o líder e representante de uma divindade pagã (que esqueci o nome e não anotei tbm, pqp!) Duas oficiais de alta patente das forças armadas indagam a respeito da perda de contato com Trevor… Maaaaas… Uma parada nova acontece e acho que vai dar merda mais para frente… No sentido de render uma boa história, claro.

Honestamente fiquei feliz com essa edição, mas senti um leve tropeço de Liam Sharp na arte em alguns quadros… Digamos que a Mulher-Maravilha nessa revista não está tão bonita quanto nas duas primeiras. mas também nada que comprometa algo ou diminua o talento inegável de Sharp.

 

Nota: 5 

 

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Hewerton Kavera Nerd, ilustrador, tatuador e criador do site Geek com Gelo. Um espaço onde abordo diversos assuntos ligados à cultura pop, tais como: cinema, games, quadrinhos, action figures e etc. Também com um canal no Youtube, com vídeos que vão ao ar todas as terças e quintas às 16h e sábados às 13h30.