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Crítica | Meu Malvado Favorito 3

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Em 2017, o terceiro filme da franquia Meu Malvado Favorito chega aos cinemas. Depois de um sucesso estrondoso, muito por culpa da rápida popularização dos minions, a história de Gru e suas filhas adotivas parece ter virado um pano de fundo para os verdadeiros heróis amarelos, mas o terceiro filme vem para mostrar que não é bem assim.

Contando uma história nada ortodoxa, ainda mais para um filme de crianças, Meu Malvado Favorito mostra uma família nada convencional tentando sobreviver em um mundo onde os super vilões existem de verdade. O filme começa com Gru e Lucy sendo demitidos da agência em que trabalham e onde caçavam esses super vilões.

Voltando para casa, Gru descobre que tem um irmão gêmeo perdido chamado Dru, e que aparenta ser exatamente o oposto de sua personalidade, então ele pega sua família e parte ao encontro desse irmão.

Chegando lá, Dru revela seu verdadeiro plano: Ele quer que Gru o ensine a ser um Super-Vilão, para que assim ele possa orgulhar seu falecido pai, que era uma lenda dos vilões.

Gru, dividido, acaba caindo na tentação dos planos malvados do irmão e os dois entram em uma missão contra o verdadeiro vilão da história, Balthazar Bratt, um vilão genial que se utiliza de todas as referências dos anos 80 que puder.

O filme evolui de forma leve e divertida, e mesmo com tantos núcleos diferentes, ele encontra um bom equilíbrio entre seus personagens, sem deixar nenhum de lado, o que é um ponto altíssimo! Gru e Dru tem uma dinâmica ótima exatamente por serem um o oposto do outro e as trapalhadas de Dru divertem tanto quanto o mau humor de Gru fez nos 2 primeiros filmes.

A jornada de Lucy para se tornar uma mãe para as meninas é realmente emocionante, sabendo se levar a sério nos momentos certos e realmente engajando o público na construção daquela família nenhum pouco tradicional.

Chegando ao terceiro filme, Meu Malvado Favorito não parece perder o folêgo de forma nenhuma e com certeza promete mais e mais continuações com o passar dos anos. Os personagens carismáticos e divertidos e a mensagem de família e amor que o filme passa com certeza garantem um lugar especial tanto para as crianças quanto para os adultos.

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Alice Aquino Paulistana, fotógrafa, viciada em séries de tv e filmes, não dorme sem o Steve Rogers e o Tony Stark de pelúcia do lado e no tempo livre faz faculdade de Publicidade