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A Evolução Dos X-Men Nos Cinemas

A Evolução Dos X-Men Nos Cinemas

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Responsáveis por repopularizar os super-heróis nos cinemas, os X-Filmes são ao mesmo tempo um exemplo de tudo o que pode e não pode ser feito em um universo cinematográfico de super-heróis.

Mas vamos por partes.

A Fox obteve o direito de uso dos mutantes no cinema em meados de 94, mas o primeiro filme só saiu seis anos depois.

Com Bryan Singer no comando, X-Men foi um estrondo. Apostando no tom sombrio (completamente oposto aos quadrinhos) e no drama pesado, o longa estabeleceu novos padrões e um horizonte promissor para os filmes de heróis. Foi sucesso de público e crítica. Tipo, cara, é possível a gente ver o Wolverine em carne e osso!

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X-Men quase foi dirigido por James Cameron (Avatar, Titanic). 

Em X-Men 2, de 2003, Singer expandiu o universo proposto no primeiro filme. Com novos personagens e mergulhando fundo nos problemas étnicos e sociais (característicos de uma boa história dos X-Men), o longa estabeleceu de vez os mutantes nas telonas.

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X2 foi baseado na saga X-Men: Deus Ama, o Homem Mata de Chris Clameront. 

Mas nem tudo são flores. Em X-Men: O Confronto Final (2006), o universo mutante foi expandido para além do controle do então diretor Brett Ratner (Bryan Singer havia saído para trabalhar em Superman Returns). Novos mutantes foram apresentados, outros simplesmente esquecidos ou mortos. A trama, que girava em torno da polêmica cura mutante, não caiu no gosto do público, mas encerrou (ainda que de forma mais extravagante) a trilogia.

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X3 se baseou na saga da Fênix Negra e Superdotados, esta última escrita por Joss Whedon (diretor de Vingadores e Vingadores Era de Ultron).

Em 2011 estreou X-Men: Primeira Classe. O filme, com a direção de Mattew Vaughn e produção de Bryan Singer, se passa antes dos eventos do primeiro X-Men e narra o encontro de Professor Xavier (James McAvoy) e Magneto (Michael Fassbender) durante os anos 60, bem como a escalação da primeira geração do time de mutantes.

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O longa colocou de volta os mutantes nas paradas, mas deixou dúvidas por praticamente ignorar a cronologia da trilogia anterior.

Foi então que em 2014 surgiu X-Men: Dias de Um Futuro Esquecido, que prometia unir as duas gerações de mutantes e reorganizar a cronologia. Muito mais grandioso que os anteriores, o quinto X-Filme apostou na premissa da viagem no tempo (a história se passa ao mesmo tempo no futuro e nos anos 70) e criou uma “nova linha cronológica”. Ou seja, praticamente zerou a franquia.

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Dias de Um Futuro Esquecido adapta o arco homônimo escrito por Chris Claremont e desenhado por John Byrne.

X-Men Apocalypse, que estreia dia 19 de maio, é continuação direta de Dias de Um Futuro Esquecido e se passa em 1983. O longa vai mostrar a versão mais jovem da equipe que conhecemos na primeira trilogia, além de apresentar novos heróis e o vilão Apocalypse, que nos quadrinhos é um dos mais perigosos adversários dos X-Men.

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No meio de tudo isso, ainda há os dois filmes solos de Wolverine – X-Men Origens: Wolverine, de 2009, e Wolverine – Imortal, de 2013 – que também compõe toda cronologia, e o mais recente Deadpool, de 2016, que pertence ao X-Universo.

“Desde o início da civilização, ele é adorado como um deus. Apocalypse, o primeiro e mais poderoso mutante do universo X-Men da Marvel, acumulou os poderes de muitos outros mutantes, tornando-se imortal e invencível. Ao acordar depois de milhares de anos, ele está desiludido com o mundo em que se encontra e recruta uma equipe de mutantes poderosos, incluindo um Magneto desanimado (Michael Fassbender), para purificar a humanidade e criar uma nova ordem mundial, a qual ele reinará. Como o destino da Terra está por um fio, Mística (Jennifer Lawrence), com a ajuda do Professor X (James McAvoy), deverá levar uma equipe de jovens X-Men para conter o seu maior inimigo e salvar a humanidade da completa destruição.” – X-Men Apocalipse estreia dia 19 de maio.

 

 

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Pedro Ivo "Uma vez eliminado o impossível, o que sobrar, por mais improvável que pareça, só pode ser a verdade."