Home Editorial Eu Joguei, eu lembro: Aladdin (Master System)
Eu Joguei, eu lembro: Aladdin (Master System)

Eu Joguei, eu lembro: Aladdin (Master System)

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A Disney sempre esteve presente na minha vida através dos quadrinhos que tinha na Editora Abril, os desenhos animados do Mickey, Pateta e Donald que passavam na Globo de manhã e os filmes lançados para cinema, entre eles está Aladdin.

Aladdin é um dos melhores desenhos que a Disney criou. Uma história simples, muito bem contada e cativou milhares de pessoas (assiste e vê se aprende alguma coisa James Cameron). E o desenho que se seguiu só continuou mantendo esse clima e foi um sucesso enquanto durou. Lógico que não demorou a lançarem jogos baseados no filme para Mega Drive e Super Nintendo. Mas o meu primeiro contato foi com o game no Master System.

Aladdin Versus

Até hoje existe uma briga entre fãs da Sega e da Nintendo para ver qual dessas versões é a melhor

A história era contada com cenas do jogo acontecendo ao mesmo tempo em que a legenda aparecia na parte inferior da tela, bem sofisticado para a época (em minha opinião foi o game mais fiel ao filme), Além da trilha sonora do filme que é muito boa, mesmo no sistema de som do Master System que era bem ruim (ainda bem que é só instrumental e nenhum dos personagens solta a voz).

A Jogabilidade aparentava ser simples, mas era bastante complexa, a primeira fase era o Aladdin sendo perseguido por um guarda e a segunda fugindo com a Jasmine pelos telhados. Em ambas tinha que apertar um botão para correr e outro para pular os obstáculos, sendo que era necessário controlar a velocidade para desviar de vasos e barris e não sumir na tela, um controle que até hoje gera dificuldade. Teriam mais 3 fases nesse estilo durante o game.

Aladdin fugindo

Garanto para vocês que esse foi o Speed Run mais difícil que já fiz na vida em um game

Nas outras fases era de exploração, onde tínhamos que encontrar chaves e acionar mecanismos para poder prosseguir. Na caverna era complicado, pois tínhamos que desviar de morcegos, pedras e gotas de água (provavelmente ácida), se tocasse em alguns tesouros a caverna desmoronava na hora. No palácio tinha que saber usar as pedras, para deixar um guarda tonto por um momento (eles não sumiam e isso dificultava muito) e acionar passagens, se não tivesse tinha que voltar tudo e era um pesadelo.

Na batalha final contra Jaffar éramos obrigados a usar a espada para lutar com sua versão Cobra gigante (Não é que nem a luta final do Batman: Arkham City contra o Cara de Barro, mas na época deu a mesma emoção) e depois o final era emocionante. É uma pena que o personagem não tenha tido mais jogos solos (apenas participações na série Kingdom Hearths), quem sabe um dia alguém encontra uma lâmpada e faz esse pedido?

Gameplay do Aladdin:

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Diogo Lopes Bastos Está começando a trilhar seu caminho nesse mundo gigantesco da cultura pop e escrevendo seu primeiro grande roteiro.