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Star Wars Episódio VII: O Despertar da Força – Resenha Sem SPOILERS

Star Wars Episódio VII: O Despertar da Força – Resenha Sem SPOILERS

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Esta é a breve opinião sobre o Star Wars Episódio VII o Despertar da Força completamente sem SPOILERS. Então leia tranquilamente.

Poucas coisas me definem quando o assunto é entretenimento, poderia listar em uma mão só as minhas verdadeiras paixões, e Star Wars está acima de todas elas.

Claro que hoje, mais velho e calejado por uma vida adulta, eu revejo os filmes e vejo seus problemas, mas aquele sentimento de que aquilo faz parte de mim está em cada pedaço do capítulo de Star Wars, isso inclui a trilogia nova.

O que eu não imaginava era o rumo que J. J. Abrams iria conduzir esse cruzador imperial de emoções que foi o episódio 7. Nas primeiras resenhas que li, e muitos dos comentários que ouvi pareciam alinhados, o diretor parece ter feito um filme com um monte de fãs em volta. E foi essa a impressão que tive no filme.

J.J. Abrams no set de Star Wars Episódio VII: O Despertar da Força
J.J. Abrams no set de Star Wars Episódio VII: O Despertar da Força

Emprestando narrativas praticamente idênticas da trilogia clássica, o Despertar da Força nos coloca onde queremos estar, numa Galáxia muito distante, sem desrespeitar o fã antigo, e o novo mantendo todos entretidos, de mãos dadas e aparentemente gritando no cinema.

E parece que esse foi o foco do filme, “manter todos”, seja manter todos com propósito, manter todos em ação, manter todos alinhados, e manter todos os momentos épicos. E épico é uma palavra que uso pouco, mas foi o que esse filme fez, pegou a escala de tudo que havia acontecido e aumentou exponencialmente, seja pelo desenrolar dos personagens, sequências de ação, homenagens ao passado ou até mesmo o vilão.

O vilão é sombrio por um motivo, tem um propósito de vilão e não perdemos o foco nele nem um segundo sequer, por este personagem estar tão bem alinhado com o que é um vilão de Star Wars, raiva, ódio, medo e o lado sombrio, está tudo lá, e se você acha que não vai entender, você vai.

Kylo Ren, Capitã Phasma e a Nova Ordem
Kylo Ren, Capitã Phasma e a Nova Ordem

Kylo Ren, junto com Rey, Finn e Poe trazem um ar dos novatos da saga, mas assumem muito bem seus papéis diante do peso que tem seis episódios, um universo expandido (porém não muito canônico), e convivem num universo que assim como na saga clássica, parece vivo, as criaturas, os personagens, a Nova Ordem, a Aliança Rebelde, e os conflitos de ambas.

-Chewie, estamos em casa!
-Chewie, estamos em casa!

E como a saga clássica foi respeitada, os personagens mantém seus momentos de pilares de uma saga, que para os novatos do próprio Episódio VII, é um mito, A General Leia cumpre seu papel assumido já no Star Wars Episódio IV: Uma Nova Esperança, em busca de uma luta justa ao lado dos rebeldes, e parece que nem um dia se passou para a malandragem e companheirismo de Han Solo.

Este é um filme que precisa ser assistido mais de uma vez, como todo capítulo da saga Star Wars, mas tem um porém, o impacto de tudo que acontece, retomando sagas antigas e começando novas histórias precisa ser revisitado para o bem do seu fã interior, e claro, se você não for fã, vale ver novamente por ser um filme bonito, muito bem feito e absolutamente cheio de ação e personagens interessantes.

Comments

Comentários

Carlos Vivacqua Criado em um laboratório por motivos de puro luxo e inveja, Vivacqua tornou-se o inventor da internet e em seguida da primeira máquina do tempo.
  • Pinto Assado

    Alguém morre!
    Algo é descoberto!
    O final é desse jeito!